30 de junho de 2012

iHate CELESTE AND JESSE FOREVER

 

A trama é sobre um jovem casal que tenta manter a amizade e namorar outras pessoas após um recente divórcio. Será isso possível?
Mais um indie movie para minha coleção.

15 de junho de 2012

iHate TOP 10 MADONNA TOURS

Depois da lista de melhores álbuns, chegou a vez de fazer um ranking das turnês. Nada mais propício, já que a mais recente empreitada pelos palcos mundiais da cantora, a MDNA Tour, começou semana passada em Israel. Esse Top 10 na verdade tem "10" só no nome, porque Madonna teve até agora oito turnês completas na carreira. Vamos à lista, em ordem decrescente de preferência:

8- The Virgin Tour (1985) 



A primeira turnê de Madonna e, por isso mesmo, a mais simples. Auge do período "boy toy", temos apenas Madonna e a banda. Nem por isso a cantora deixa de inserir uma certa esfera teatral em cada canção, o que posteriormente viria a revolucionar todas as turnês de cantores pop. Os destaques vão para a energética abertura com "Dress you up" e o delicioso mashup de "Like a Virgin" com "Billie Jean", de Michael Jackson.

7- Who's That Girl World Tour (1987)
 

A abertura emulando o clipe de "Open Your Heart" já indicava: nascia uma nova Madonna, muito mais atlética, sensual e provocadora. Além disso, seu show passava a ser não apenas a apresentação ao vivo de músicas mas uma performance completa de uma artista não apenas preocupada com canções mas também nas representações visuais que elas poderiam ter. Uma das minhas apresentações favoritas da cantora é a de "White Heat", música que ela nunca mais cantou ao vivo e que, anos antes de DICK TRACY e da profusão de armas da MDNA Tour, já dava sinais de que Madonna tinha particular interesse no universo do crime como temática. 

6- The Re-Invention Tour (2004)
 

29 de maio de 2012

iHate THE GREAT GATSBY


Um dos filmes que mais quero ver esse ano, O GRANDE GATSBY de Baz Luhrmann, ganhou um trailer tão espetacular que calou a boca de todo mundo que tinha dúvidas que o diretor de MOULIN ROUGE pudesse ser capaz de captar o clima do romance clássico de Fitzgerald (e um dos meus livros preferidos).

Obviamente que jogo é jogo e treino é treino, mas o trailer já dá um boa indicação da maneira que Luhrmann vai conciliar seu estilo particularíssimo à narrativa poética do romance. Só as cenas das festas já tiram o mofo da adaptação feita nos anos 70, que tinha um tom tão referencial que Robert Redford andava pela mansão de Gatsby como se fosse Hamlet na Dinamarca. Os roaring twenties de Luhrmann realmente passam a sensação de prosperidade infinita tão bem descrita por Fitzgerald.

Além disso, as poucas imagens mostradas já denotam que O GRANDE GATSBY teve o melhor trabalho de casting do cinema recente: realmente é difícil pensar em outros atores contemporâneos para interpretar aqueles personagens. Carey Mulligan, por exemplo, nasceu para fazer Daisy (e até na voz ela acertou, diferentemente de Mia Farrow). Só é pena ter mostrado quase nada de Isla Fisher como Myrtle. Além disso, é legal ver essa reunião de Luhrmann com DiCaprio tantos anos depois. Sobre o uso de 3D, parece que teremos muitos confete de festas, a luz verde e a famosa "cena das camisas".

Nível de ansiedade MIL para esse filme.

9 de maio de 2012

iHate Google Project Glass: One day…

No projeto tudo funciona, o vídeo abaixo mostra um futuro até possível. Mas, será? Será que usaremos esse tipo de tecnologia o tempo todo?
Parece contribuir pela facilidade e permite deixar as mãos livres… Vamos aguardar isso virar um produto de verdade e aparecer nas ruas.


Mais informações no THE VERGE

iHate GIF PROMETHEUS²

Ridley Scott parece que não está de brincadeira com PROMETHEUS. Já que se trata de uma espécie de prequel de ALIEN, o diretor parece que vai tentar bater a cena da explosão do peito de John Hurt na categoria "imagens que induzem ao vômito". 
Uma dessas cenas nojentas apareceu rapidamente no último trailer do filme, e já ganhou gif. Se você tem estômago forte, vai pro clique abaixo.

19 de abril de 2012

iHate TITANIC 3D IMAX REVIEW


Fim de semana passado fui ao cinema assistir ao relançamento de TITANIC que, depois de 14 anos, retorna aos cinemas no aniversário de 100 da tragédia que matou mais de 1500 pessoas. 
 
TITANIC é o filme que mais vezes vi no cinema: 9 vezes. A primeira vez que assisti foi na sessão inicial de 13:00 no dia que estreou no Brasil, no final de janeiro de 1998. A sessão estava vazia e acho que a melhor palavra para descrever a sensação que eu e todos os espectadores tiveram ao final da sessão é "devastado". Posteriormente, assisti a TITANIC mais 8 vezes (incluindo um dia em que vi o filme 3 vezes seguidas, nos áureos tempos do cinema de rua em que bastava continuar sentado para pegar mais uma sessão).
 
Confesso que , além de adorar TITANIC, o que me fazia voltar às sessões do filme de James Cameron era o prazer de perceber as reações do público. Não importava a diferença de idade, classe social e gênero, as pessoas tinham as mesmas reações nas cenas-chave: todos riam das cusparadas de Rose, todos prendiam a respiração à medida que o navio afundava, todos tinham os olhos cheios d'água com a morte de Jack. Se alguns chamam a isso de manipulação, eu acredito que não existe nada mais significativo no cinema como experiência - uma atividade próxima da comunhão religiosa.
 
Portanto, exatamente na décima vez que ia assistir a TITANIC nos cinemas, tinha que fazer em grande estilo: fui assistir na sala IMAX 3D que tem aqui no Rio de Janeiro. E tenho que dizer que, mesmo o preço sendo pra lá de salgado, valeu cada centavo. Primeiramente porque o filme não envelheceu em nada, e em segundo lugar porque assistir àquelas cenas grandiosas em uma tela idem, vale qualquer preço.
 
James Cameron é mesmo o Cecil B. De Mille do nosso tempo: na narrativa não inova muito, mesmo trabalhando os clichês como ninguém; e no apuro técnico, é imbatível. Depois de ter mudado o cinema (como arte e indústria) em AVATAR, Cameron faz uma bastante competente conversão de TITANIC para 3D. Primeiramente porque prefere o estilo de exibição em que a imagem ganha profundidade, ao invés de ficar fazendo as coisas pularem da tela o tempo todo. Assim sendo, todas as cenas em que o navio é mostrado do alto com o mar embaixo, a sensação que dá é que realmente existe um oceano por detrás da tela. Na cena em que Jack e Rose se encontram pela primeira vez, quando ela tenta pular do navio, cheguei a ficar com vertigem. 
 
 
Assistir ao filme pela primeira vez depois de muito tempo (tirando umas muitas vezes que vi em fita VHS) também me fez perceber certas coisas que não havia notado ou dado a devida importância. Por exemplo, a qualidade do elenco, em especial o coadjuvante. É que o filme pertence a Leonardo DiCaprio e Kate Winslet - ele no auge da beleza e extremamente carismático, ela ingênua na sua rebeldia feminista típica das protagonistas de Cameron. Contudo, alguns atores em poucas aparições tem cenas que são verdadeiras jóias. Frances Fisher como a mãe de Rose, por exemplo, parece saída de uma romance de Edith Wharton. Na cena em que aperta o corpete da filha e diz que a família perdeu tudo ("você quer que eu vire uma costureira?"), consegue dar uma dimensão maior a uma personagem que poderia uma mera vilã de folhetim (o que acontece com Billy Zane, aliás). Bernard Hill e Victor Garber, como o capitão e engenheiro do navio, respectivamente, também tem poucas mas marcantes cenas. Ver o orgulho dos dois se tornar uma espécie de loucura é de quebrar o coração. Além disso, uma das minhas cenas favoritas envolve Bruce Ismay (Jonathan Hyde), o idealizador do Titanic, quando ele covardemente pula para dentro de um bote salva-vidas: filmado em contraplano, o barco começa a descer ao mesmo tempo em que ele fecha os olhos e a música toca, num dos mais fortes exemplos de humilhação que vi no cinema. 
 
Outra coisa que me chamou a atenção dessa vez é como, de certa forma, James Cameron preenche o filme de um certo tom fúnebre desde o início, como se a morte (e não o amor adolescente de Jack e Rose) fosse o assunto principal do filme. Afinal de contas, não podemos nos esquecer que o casal apaixonado se encontra pela primeira vez quando Rose está tentando o suicídio. Além disso, ao final da cena romântica central do filme ("Jack, I'm flying"), acontece a transição para o Titanic destruído e submerso, imagem mais do que fúnebre. E mesmo a cena final do filme, visto por muitos como um final feliz forçado entre Jack e Rose, pode ser interpretado como a morte da protagonista e seu encontro com Jack (e outros tripulantes) no mundo dos mortos.
 
 
Para terminar, antes de ir embora, eu olhei pra tela com os olhos marejados e pensei: "Catorze anos se passaram e esse filme continua emocionante. É um clássico.". THE END.

3 de abril de 2012

iHate SOUNDDAY

Meio pop, meio reaggae (o timbre da voz) assim é o som da Selah Sue, cantora belga de 22 aninhos e que acabou de ganhar o European Border Breakers Award. A track Raggamuffin já bomba por aí:


Rufus Wainwright está de volta! Ao lado do mega-produtor Mark Ronson, o cantor lança esse mês o seu novo disco, Out of the Game.


O clipe do primeiro single, de mesmo nome, foi revelado hoje tendo a adorável Helena Bonham Carter como uma bibliotecária solitária, porém sexy. A interação entre ela Rufus (in drag) no clipe é engraçada e bizarra ao mesmo tempo. As piadas com os livros mostrados no clipe são também ótimas. Todo artista deveria ter menos um clipe com Helena Bonham Carter, não é mesmo?

iHate FLOATING CINEMA


O arquiteto Ole Scheeren montou, em parceria com a Film on The Rocks Yao Noi Foundation, um cinema flutuante em plena ilha na Tailândia! Tudo isso foi armado para exibição de filmes do festival que durou 4 dias, dentro do resort Six Senses. Mais de 100 workshops aconteceram, com Tom Sachs no comando.

29 de março de 2012

iHate CELEBRITY

Um encontro de titãs


  

Marilyn Monroe e Richard Avedon.


iHate TOP 10 - MADONNA ALBUNS

Existiu Elvis, existiram os Beatles e existe Madonna. O maior ícone vivo da música pop fez 53 anos trabalhando mais do que ativamente. Rainha do marketing, Madonna se tornou o que é principalmente ao aliar sua música a uma imagem camaleônica e quebrar tabus, especialmente os sexuais.

Mas no fim, o que é importa mesmo são as suas canções e seus discos. Por isso abaixo vai um countdown bem pessoal dos seus melhores álbuns:

11- MUSIC (2000)

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A capa cowgirl enganou quem achava que Madonna ia se render ao country. Produzido pelo francês Mirwais, esse disco peca por ser repetitivo e ter músicas dance cuja letra e melodia não dizem absolutamente nada. No entanto, ironia das ironias, é o disco com duas das faixas mais marcantes de Madonna: Music, talvez a única música da cantora nos anos 2000 que realmente virou hino pop; e Paradise, o mais próximo que Madonna chegou de um som alternativo. 

Destaques: Music e Paradise

10- LIKE A VIRGIN (1984)

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Madonna se define como pop/dance nesse disco, mas com letras que ultrapassam hits do momento. A canção-título é um dos clássicos da sua carreira, embora eu prefira a deliciosamente irônica Material Girl (rótulo que vai perseguir a cantora até o fim da vida, tão forte que é o seu simbolismo) e uma das mais perfeitas de suas canções dance, Into the Groove. O resto do disco, no entanto, é relativamente fraco.

28 de março de 2012

iHate LEONILSON

 
Leonílson é uma artista brasileiro, nascido no Ceará e era pintor, escultor e desenhista. Como disse um amigo, ele era “uma espécie de Cazuza das artes”, pois viveu loucamente.
 

Nos anos 80, ficou famoso e viajou muito a trabalho. Foi quando sua tristeza e solidão aumentaram.

27 de março de 2012

iHate COSMOPOLIS


Depois do decepcionante UM MÉTODO PERIGOSO, David Cronenberg retorna ao terreno da perversão e do pesadelo urbano em COSMOPOLIS, adaptação da obra de Don DeLillo. A história é como se fosse o DEPOIS DE HORAS de Scorsese, só que mais anárquico e doentio.


Muito se falou da escolha de Robert Pattinson para o projeto depois da saída de Colin Farrell. Pelo menos no excelente trailer, parece que o ator convence bastante como um milionário corrupto e hedonista. O estilo do filme é puro Cronenberg, lembrando os melhores momentos de CRASH e EXISTENZ. E esse elenco, gente? Juliette Binoche, Paul Giamatti, Mathieu Amalric? Ah, e também preciso desse pôster no meu quarto hoje!

iHate ALIVE

Quanto mais constrói o castelo, mais longe fica de si mesmo. Deu amor, recebeu dor. Cuidou de tudo ao seu redor, mas ninguem lhe deu afeição. Quis ser perfeito. Quis ter sucesso. Quis provar para todo mundo que tudo o que diziam de negativo estava errado. Lhe feriram a alma, mas calaram-te as bocas. O doloroso retorno à casa faz parte da jornada. Quando estava no auge, a soberba lhe bateu à porta e se abraçaram como velhos amigos. Quando esteve no limbo, só a angústia lhe foi companheira. Tirou os sentimentos do armário e se mostrou vivo. É para isso, oras, a vida.

iHate MDNA

O novo álbum de Madonna, MDNA, é bastante diferente, mesmo que muito convencional. Talvez pela primeira vez na carreira, a cantora trabalha com muitos produtores (William Orbit, Martin Solveig, Benny Benassi, Demolition Crew), mas mesmo assim continua firme em produzir canções pop para incendiar as pistas de dança.

Depois do bastante irregular Hard Candy, em que flertou com o hip-hop e produtores da moda (Pharrell Williams, Justin Timberlake e Timbaland), a cantora retoma o som dance e eletro que popularizou em sua carreira. Para isso, conta especialmente com a ajuda do produtor William Orbit, responsável pelo melhor disco da cantora (Ray of Light). Mas se as canções de Orbit no disco são mais introspectivas, aquelas produzidas pelo DJ francês Martin Solveig (do megahit "Hello") fazem mais o estilo "gruda na cabeça e não sai nunca mais".

Várias das letras abordam o divórcio da cantora com o cineasta Guy Ritchie, passando pelo rancor ("I Don't Give A"), arrependimento (a bela "I Fucked Up") e pela raiva absoluta ("Gang Bang", a minha preferida do álbum). A cantora também flerta com as referências religiosas, característica central de sua carreira. Antes da farofice de "Girl Gone Wild", ela faz uma oração, e na ótima "I'm a Sinner" (onde Orbit recicla seus sons característicos) enumera nomes de santos. Há uma certa rebeldia inocente em algumas letras que lembram o primeiro disco de Madonna, enquanto algumas batidas parecem ter saído diretamente de Confessions on a Dancefloor. No geral, é um bom disco. Em minha lista de discos favoritos de Madonna, MDNA fica entre American Life e o Confessions.

20 de março de 2012

iHate TOP 10 - MASHUPS

Uma das coisas mais fantásticas da cultura da convergência pra mim é o mashup - até os mais forçados acabam tendo uma coisa interessante. Abaixo vão os 10 melhores mashups que eu conheço:

10- Never gonna give your teen spirit up (Rick Astley + Nirvana)


A definição máxima do rickrolling: trollar o hino grunge. Não contem pra ninguém, mas acho que de todos os mashups com o clássico trash de Rick Astley, esse é o que tem a melhor combinação.

9- Hey We Will Rock Ya (Queen + Outkast)


"We Will Rock You" já nasceu perfeita, eu sei. Mas a batidinha pop da canção do Outkast dá uma leveza boba à canção que eu adoro. E no video parece que os integrantes do Queen estão dançando o mashup, acho bem divertido.