9 de janeiro de 2012
iHate BECKHAM for H&M
Se as mulheres diputam para ver quem veste melhor um biquini, no quesito “celeb que veste melhor um underwear”, David Beckham é campeão. O jogador e marido de Victoria já estrelou algumas campanhas para Armani e agora lança sua própria linha para H&M, que inclui cuecas, regatas, pijamas e camisetas a preços sedutores.
8 de janeiro de 2012
iHate BIKE IS LIFE
Para incentivar o uso de bicicletas no dia-a-dia, a marca Holstee fez um manifesto em forma de video muito legal. O texto do clipe é de um texto/poema lindíssimo e inspirador, aperta o play.
iHate FILME NOVO DE SANTORO
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Filme
Rodrigo Santoro faz par romântico com J-Lo no filme What To Expect When You’re Expecting,
filme que deve estrear esse ano nas telonas. O filme é daquelas
comédias que trazem inúmeros famosos e foi inspirado no livro
best-seller de mesmo nome.
Além de Santoro, tem ainda o lobo de True Blood, Joe Manganiello.
Veja o trailer: What To Expect When You’re Expecting
iHate BOWIEMANIA
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Fotografia
Daphne Guinness estrela editorial lindo
para Vogue Alemanha em homenagem a David Bowie. E teve boatos de que o
cantor camaleão/ícone fashion/muso inspirador mais cool de todos os
tempos é o novo preto.
A herdeira encarna várias fases de Bowie, de Ziggy Stardust à fase platinada
Gareth Pugh?
Perucas, apliques e muita pose andrógina para encarnar o popstar
Na fase de meados de 1976
4 de janeiro de 2012
iHate TOP 10 MELHORES CLIPES COM CRIANÇAS
Diferente da mundo da publicidade, quando videoclipes utilizam crianças em sua produção nem sempre é pra passar uma mensagem fofa. Abaixo, os melhores videoclipes feitos com crianças.
10- Ironic (Alanis Morissette)
Uma estratégia recorrente do mundo do videoclipe é colocar o artista cantando em versão mirim. No caso dessa versão alternativa do clipe de "Ironic", a menininha além de super-talentosa, parece estar se divertindo à beça. Se o clipe original já encantava pela edição criativa, esse aqui cativa ainda mais pelo clima baixo orçamento.
9- Tighten up (The Black Keys)
Nesse caso, temos versões infantis dos integrantes da banda ao lado de suas versões adultas. O comentário sobre como as coisas não mudam muito desde o jardim de infância pode ser óbvio, mas o charme das crianças ultrapassa qualquer lugar-comum.
8- Boys don't cry (The Cure)
Mais um clipe com crianças fazendo papéis de adultos, só que com toda uma atmosfera sinistra - aquelas sombras no fundo dos integrantes da banda de olhos vermelhos são de dar pesadelo. Mas não dá pra parar de assistir.
7- Glósóli (Sigur Rós)
O Sigur Rós gosta de usar crianças em vários de seus clipes para aumentar a carga poética de suas canções. No caso de "Glósóli", eu imagino toda uma história por trás daquelas crianças deixadas para trás no que interpreto como um mundo pós-apocalíptico. E o final surpreendente faz sorrir e chorar ao mesmo tempo.
6- Is tropical (The Greeks)
Clipe de 2011 bastante comentado pela suposta carga de ultra-violência envolvendo crianças. Contudo, acho perfeito como ele é construído usando dois discursos: o da brincadeira infantil filmada e o da carnificina feita por animação.
10- Ironic (Alanis Morissette)
Uma estratégia recorrente do mundo do videoclipe é colocar o artista cantando em versão mirim. No caso dessa versão alternativa do clipe de "Ironic", a menininha além de super-talentosa, parece estar se divertindo à beça. Se o clipe original já encantava pela edição criativa, esse aqui cativa ainda mais pelo clima baixo orçamento.
9- Tighten up (The Black Keys)
Nesse caso, temos versões infantis dos integrantes da banda ao lado de suas versões adultas. O comentário sobre como as coisas não mudam muito desde o jardim de infância pode ser óbvio, mas o charme das crianças ultrapassa qualquer lugar-comum.
8- Boys don't cry (The Cure)
Mais um clipe com crianças fazendo papéis de adultos, só que com toda uma atmosfera sinistra - aquelas sombras no fundo dos integrantes da banda de olhos vermelhos são de dar pesadelo. Mas não dá pra parar de assistir.
7- Glósóli (Sigur Rós)
O Sigur Rós gosta de usar crianças em vários de seus clipes para aumentar a carga poética de suas canções. No caso de "Glósóli", eu imagino toda uma história por trás daquelas crianças deixadas para trás no que interpreto como um mundo pós-apocalíptico. E o final surpreendente faz sorrir e chorar ao mesmo tempo.
6- Is tropical (The Greeks)
Clipe de 2011 bastante comentado pela suposta carga de ultra-violência envolvendo crianças. Contudo, acho perfeito como ele é construído usando dois discursos: o da brincadeira infantil filmada e o da carnificina feita por animação.
iHate HERB RITTS
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Fotografia,
Video
Herb Ritts foi, junto com seus fotografados, um mito da moda. Suas fotos, sempre em preto e branco, geralmente lembravam as esculturas gregas. Morto em 2002, o fotógrafo americano está prestes a ganhar uma expo em homenagem no Museu Getty em Los Angeles. Para garantir o burburinho, o livro Nowness publicou diversas fotos inéditas de ícones como David Bowie, Naomi Campbell e Johnny Depp.
Depp na época de Edward, Mãos de Tesoura
Cindy Crawford, que o venera: “Ele sempre te deixava nua. Você sabia que era desse jeito, e que você ia ficar bem.”
Herb Ritts começou a se interessar por fotografia quando ele clicou o amigo Richard Gere (um então desconhecido ator em começo de carreira) para um ensaio fotográfico que teve boa repercurssão
Ele morreu aos 50 anos devido a complicações por causa de uma pneumonia. Dirigiu vários vídeos, como o Cherish, de Madonna:
30 de dezembro de 2011
iHate VOGUE
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Fashion
A lista foi inspirada no livro Vogue: The Covers, com mais de 300 páginas dedicadas às suas memoráveis capas. A segunda capa (com o pavão ilustrado) é de novembro de 1909!!!
28 de dezembro de 2011
iHate BATMAN HUNTING ALIENS IN MIDDLE EARTH
O título desse post se refere à sensação que eu tive depois de assistir a esses três trailers em sequência.
São três dos filmes mais badalados para 2012 e um trailer achei ótimo, outro bom e outro fraco.
- Ótimo: PROMETHEUS
Depois de ficar fazendo charme, Ridley Scott assume que tem muito de ALIEN sim em sua primeira empreitada na ficção científica depois de décadas. Muita atmosfera, um Michael Fassbender aqui, um Idris Elba ali, e um remix da trilha do trailer do primeiro ALIEN. Preciso desse filme a-go-ra!
- Bom: BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE
A melhor coisa do trailer é a homenagem feita à já clássica cena do diálogo entre Michelle Pfeiffer e Michael Keaton no meu filme de Batman favorito (BATMAN O RETORNO). Anne Hathaway já me convenceu como Selina Kyle. No mais, parece A ORIGEM 2. E esconder os lábios de Tom Hardy (especialmente quando não se entende nada do que ele fala) é um crime.
- Fraco: O HOBBIT
Achei fraca a concepção do trailer. Muito anão pra pouca história, mas talvez seja porque não goste muito do livro. De qualquer forma, estarei na fila no dia da estréia.
São três dos filmes mais badalados para 2012 e um trailer achei ótimo, outro bom e outro fraco.
- Ótimo: PROMETHEUS
Depois de ficar fazendo charme, Ridley Scott assume que tem muito de ALIEN sim em sua primeira empreitada na ficção científica depois de décadas. Muita atmosfera, um Michael Fassbender aqui, um Idris Elba ali, e um remix da trilha do trailer do primeiro ALIEN. Preciso desse filme a-go-ra!
- Bom: BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE
A melhor coisa do trailer é a homenagem feita à já clássica cena do diálogo entre Michelle Pfeiffer e Michael Keaton no meu filme de Batman favorito (BATMAN O RETORNO). Anne Hathaway já me convenceu como Selina Kyle. No mais, parece A ORIGEM 2. E esconder os lábios de Tom Hardy (especialmente quando não se entende nada do que ele fala) é um crime.
- Fraco: O HOBBIT
Achei fraca a concepção do trailer. Muito anão pra pouca história, mas talvez seja porque não goste muito do livro. De qualquer forma, estarei na fila no dia da estréia.
25 de dezembro de 2011
iHate TOP 10 MOVIES 2011
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Filme
Vi muitas produções interessantes esse ano - algumas bastante densas, e outras abraçando o entretenimento de forma inteligente.
Abaixo, minha lista de melhores filmes de 2011.
Um filme que surpreende pela aparente leveza infantil com que discute algo tão denso como a formação da identidade de gênero. A atuação da menina Zoé Héran é de uma sutileza impressionante, menos pela forma com que lida com o universo masculino e feminino, e mais pela delicadeza com que estabelece a relação com sua irmã no filme. Longe da panfletagem, TOMBOY é um filme que não levanta bandeiras para que possamos nós mesmos decidir pelas nossas.
Num ano em que a nostalgia esteve tão em voga no cinema, Woody Allen retorna ao bom cinema com essa ode a Paris. Imagens de cartão postal à parte, Allen constrói não só um estudo sobre a nossa necessidade de aprender com o passado (por mais que estudiosos contemporâneos digam o contrário), mas também sobre a maneira que a arte hoje pode ser interpretada. Só a homenagem à "geração perdida" dos anos de 1920 já é suficiente para colocar o filme em qualquer lista de melhores do ano.
Em um ano de profunda crise econômica nos EUA e Europa, O ABRIGO metaforiza os principais anseios do antigo primeiro mundo através de uma história que mistura apocalipse e esquizofrenia. As sequências de pesadelo do personagem de Michael Shannon (excelente como sempre) são de gelar a espinha.
O fim da série mais rentável de todos os tempos ultrapassou todas as expectativas. Como filme de ação é vibrante; como drama, tem momentos sensíveis sem serem apelativos; e como trabalho de elenco, não existe filme com mais gabarito esse ano. A fragilidade da atuação de Daniel Radcliffe, que em alguns momentos da série prejudicou, foi um inesperado ponto positivo nesse final. E o flashback do Snape é um show de delicadeza.
Abaixo, minha lista de melhores filmes de 2011.
10- TOMBOY
Um filme que surpreende pela aparente leveza infantil com que discute algo tão denso como a formação da identidade de gênero. A atuação da menina Zoé Héran é de uma sutileza impressionante, menos pela forma com que lida com o universo masculino e feminino, e mais pela delicadeza com que estabelece a relação com sua irmã no filme. Longe da panfletagem, TOMBOY é um filme que não levanta bandeiras para que possamos nós mesmos decidir pelas nossas.
9- MEIA-NOITE EM PARIS
Num ano em que a nostalgia esteve tão em voga no cinema, Woody Allen retorna ao bom cinema com essa ode a Paris. Imagens de cartão postal à parte, Allen constrói não só um estudo sobre a nossa necessidade de aprender com o passado (por mais que estudiosos contemporâneos digam o contrário), mas também sobre a maneira que a arte hoje pode ser interpretada. Só a homenagem à "geração perdida" dos anos de 1920 já é suficiente para colocar o filme em qualquer lista de melhores do ano.
8- O ABRIGO
Em um ano de profunda crise econômica nos EUA e Europa, O ABRIGO metaforiza os principais anseios do antigo primeiro mundo através de uma história que mistura apocalipse e esquizofrenia. As sequências de pesadelo do personagem de Michael Shannon (excelente como sempre) são de gelar a espinha.
7- HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 2
O fim da série mais rentável de todos os tempos ultrapassou todas as expectativas. Como filme de ação é vibrante; como drama, tem momentos sensíveis sem serem apelativos; e como trabalho de elenco, não existe filme com mais gabarito esse ano. A fragilidade da atuação de Daniel Radcliffe, que em alguns momentos da série prejudicou, foi um inesperado ponto positivo nesse final. E o flashback do Snape é um show de delicadeza.
23 de dezembro de 2011
iHate BOOKS²
Em especial de Natal, seguem dicas de leitura imperdíveis para alimentar as férias:
* Glamour, de Diana Vreeland. O clássico livro escrito pela rainha das editoras de moda do mundo, que reúne fotos, textos e muitas histórias para construir a imagem de glamour que Vreeland imaginava. E o prefácio ainda é de Marc Jacobs. R$ 55
* 5x Kafka – Um dos maiores escritores do século ganha um box mais que merecido; reunindo 5 de seus melhores livros (Metamorfose, Carta Ao Pai, O Processo, O Veredito e Um Artista da Fome). R$ 99
* Em Algum Lugar do Paraíso reúne 40 das mais deliciosas crônicas de Luís Fernando Veríssimo, escritor que mais bem traduz a alma do brasileiro, com seu humor, inteligência e ginga. R$ 25
iHate MIXTAPE
O clima é de verão, de férias, de fechar os olhos e imaginar a praia! Pensando nisso, o iHatePopArt fez uma seleção pra levar no iPod pra onde a gente for neste fim de ano.
A seleção tem músicas de Rapture, MGMT, Baby Consuelo, Timbalada, Björk, Marcelo Jeneci, Queen, Peggy Lee e mais um monte de gente.
22 de dezembro de 2011
iHate SUMMER DRINKS
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Dica
Pra inaugurar o verão que começa oficialmente hoje, o calor tá bombando como nunca. Segue receita de 2 drinks bem refrescante e fáceis de serem servidos em fins de tarde com amigos. Ou mesmo sozinho contemplando um lindo pôr do sol!
Para 8 pessoas, receita: 2 vinhos brancos (seco), 4 águas tônicas e 8 pêssegos. Coloque o vinho em uma jarra, corte os pêssegos em pedaços e massere eles na jarra. Depois acrescente água tônica (à gosto) e gelo.
Sangria à la brasileira!
Para 6 pessoas, receita: 2 vinhos tintos (seco), 2 Sprites, 1 copo de suco de laranja e as frutas cortadas em pedaços: 4 maçãs (sem casca), 1 abacaxi, um cacho de uvas e 2 morangos. Adicione muito gelo, açúcar à gosto e uma pitada de canela.
20 de dezembro de 2011
iHate AWARD SEASON
Existem dois tipos de comentários que parecem unânimes em sites/blogs/revistas analisando o cinema em 2011: o primeiro é que foi um ano fraco; o segundo é que esse foi o ano da nostalgia. Discordo do primeiro e concordo em parte com o segundo.
Dizer que um ano em que diretores do calibre de Spielberg, Scorsese, Almodóvar, Woody Allen e Terence Malick entregaram excelentes trabalhos foi fraco é, no mínimo, falta de visão. Acredito que esse tipo de comentário se dê menos pelos filmes em si e mais pela própria dinâmica da temporada de prêmios de 2011. Diferentemente de anos recentes em que tivemos um ou dois filmes polarizando a disputa (ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ, QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?, O DISCURSO DO REI) esse ano não existe um franco favorito para a award season que vai terminar sua maratona com o Oscar. Por esse fato, muitos críticos teimam em dizer que esse ano não houve nenhuma futura obra-prima. Como esse tipo de definição só é possível com o passar do tempo, prefiro dizer que 2011 foi um ano de diversos filmaços.
Uma temática, contudo, parece ter sido a mais relevante para o cinema em 2011: a busca pelo passado, seja para reconstruí-lo, elogiá-lo ou simplesmente usá-lo como pano de fundo. Do darling francês O ARTISTA ao patriotismo de CAPITÃO AMÉRICA, do "cinema de arte" família de HUGO aos anos 60 cool de X-MEN PRIMEIRA CLASSE, houve uma presença substancial de um veia nostálgica na produção cinematográfica mundial. Desses exemplos, o filme que melhor discutiu isso na forma e no conteúdo foi MEIA-NOITE EM PARIS, com sua viagem fantástica pela "geração perdida" dos anos de 1920.
E é exatamente a obra mais absurdamente nostálgica de todas, O ARTISTA, que desponta como favorita para o Oscar 2012: um filme francês, em preto e branco, e sem falas. A maioria das associações de crítica dos EUA elegeu O ARTISTA como melhor filme do ano, apesar de algumas reclamações de que o diretor Michel Hazanavicius tenha apenas estendido um mero artifício para realizar um longa-metragem. Mas não podemos negar o fato de que O ARTISTA, por mais adorado que seja, é um filme francês - e o Oscar, mesmo quando parece gostar muito de um filme não-americano (como no caso de A VIDA É BELA ou FALE COM ELA), prefere premiar a prata da casa na categoria principal.
Se um filme francês falando sobre o passado do cinema americano pode ganhar o Oscar, o mesmo pode se dizer de um filme americano falando do passado do cinema na França - o caso de HUGO, de Martin Scorsese. O Oscar não gosta muito de filmes para crianças (por mais maduros que sejam), mas o prêmio para melhor diretor é uma possibilidade séria para Scorsese. Acho difícil Hazanavicius ganhar o prêmio de diretor com papas do cinema americano (além de Scorsese, também Spielberg, Eastwood, Allen, Malick) tendo lançados filmes no mínimo interessantes em 2011.
Alexander Payne também está no páreo com OS DESCENDENTES. O Oscar ama George Clooney e Payne é um dos grandes diretores da nova geração, além de ter todo o apoio da crítica. Talvez o filme seja um tanto amargo para o Oscar, mas não dá para descartá-lo.
Desde que foi lançado, minha aposta para melhor filme esse ano é HISTÓRIAS CRUZADAS, que tem vários ingredientes que a Academia adora: história de superação, sucesso de bilheteria, elenco simpático e competente, e filme racista que faz as pessoas se sentirem bem (vide CRASH). Se o filme ganhar o prêmio de ensemble no SAG, acho que pode se tornar o favorito.
Falando sobre as categorias de atuação, parece que tanto para ator quanto para atriz principal quatro indicações já são certas. Para os homens, temos Leonardo DiCaprio (J. EDGAR), George Clooney (OS DESCENDENTES), Brad Pitt (MONEYBALL) e Jean Dujardin (O ARTISTA). Para as mulheres, temos Glenn Close (ALBERT NOBBS), Meryl Streep (A DAMA DE FERRO), Viola Davis (HISTÓRIAS CRUZADAS) e Michelle Williams (MY WEEK WITH MARYLIN).
Se isso se confirmar, temos apenas uma vaga em cada categoria - que pode ir para Gary Oldman (O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS), Michael Fassbender (SHAME) e Ryan Gosling (DRIVE ou TUDO PELO PODER) na seção masculina enquanto Tilda Swinton (PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN), Rooney Mara (O HOMEM QUE NÃO AMAVA AS MULHERES), Charlize Theron (YOUNG ADULT) e Elizabeth Olsen (MARTHA MARCY MAY MARLENE) disputam entre as mulheres.
Na categoria masculina, tudo vai depender do quanto a Academia gosta de O ARTISTA, já que temos três dos principais galãs da Hollywood atual (Clooney, Pitt, DiCaprio) competindo, e dar um prêmio para um francês realmente seria um feito. Na categoria feminina, a grande questão é Meryl Streep - dessa vez vai? Parece que o duelo com Glenn Close não se confirmará, já que ALBERT NOBBS não teve boa recepção. Resta Michelle Williams, que tem chances reais de ganhar: faz uma cinebiografia, foi indicada já duas vezes (uma sendo ano passado) e, especialmente, é jovem - espécie de condição para um atriz ganhar o Oscar de melhor atriz. Contudo, essa regra tem exceção para grandes damas (Helen Mirren que o diga). Será que Meryl Streep também quebrará essa regra?
Ah, e não nos esqueçamos que esse ano o suspense para o Oscar é ainda maior, já que a quantidade de filmes indicados não é pré-determinado - podem ser um número entre 5 e 10 filmes.
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